Por que o TEA em adultos é pouco reconhecido
Muitas pessoas crescem sem diagnóstico e só buscam avaliação na idade adulta por dificuldades sociais, emocionais ou cognitivas persistentes.
O papel da avaliação neuropsicológica
Ela ajuda a mapear funções cognitivas, detectar comorbidades (ansiedade, TDAH) e apontar caminhos de suporte. Avaliação clínica + história de vida fazem parte do processo.
Diferenças cognitivas observadas
- Algumas funções executivas podem permanecer desafiadas: planejamento, flexibilidade, autocontrole
- Fortalezas em memória visual, atenção a detalhes ou habilidades específicas
- Desafios em comunicação social e interpretação emocional
Estratégias de intervenção na vida adulta
- Terapia cognitivo-comportamental adaptada
- Treino de habilidades sociais
- Uso de tecnologia assistiva e adaptativa
- Adaptações no trabalho e no ambiente social
Impactos pessoais positivos
Redução da ansiedade, melhora nas relações interpessoais, fortalecimento da identidade e autoconhecimento
Conclusão
Diagnosticar e avaliar o TEA em adultos não é tardio — é uma oportunidade de redescoberta. Com apoio adequado, o indivíduo pode transformar desafios em novas possibilidades.





